
O movimento obediente dos dedos na costura, as mãos que aquecem o alimento com cuidado, o braço que rega as plantas sedentas no verão, essa energia antiga e abençoada do trabalho humano é maior humano é maior que toda a filosofia e mais rica que todas as obras de arte do mundo. Os museus só são belos quando conseguem levar para dentro de suas salas esse pequeno e delicado labor das mãos humanas, que em diligência estão falando sempre do desconhecido e do infinito.
Texto de Luiz Carlos Lisboa
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